ago 17 2020

MAPA reconhece Estados como livres de aftosa


Ao dar continuidade ao combate à febre aftosa, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), reconheceu, na última sexta-feira (14), mais seis Estados como livres da doença sem vacinação. Regiões atenderam alguns requisitos imprescindíveis, comoaprimoramento dos serviços veterinários oficiais e implantação de programa estruturado para manter a condição de livre do problema.

A Instrução Normativa nº 52, publicada no Diário Oficial da União reconheceu os Estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul e Rondônia, assim como regiões do Amazonas (Apuí, Boca do Acre, Canutama, Eirunepé, Envira, Guajará, Humaitá, Itamarati, Ipixuna, Lábrea, Manicoré, Novo Aripuanã, Pauini e parte do município de Tapauá) e do Mato Grosso, composta pelo município de Rondolândia e partes de Aripuanã, Colniza, Comodoro e Juína.

Dentre os requisitos atendidos pelos Estados e regiões, estão o aprimoramento dos serviços veterinários oficiais e implantação de programa estruturado para manter a condição de livre da doença, entre outros, alinhados com as diretrizes do Código Terrestre da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).

Novas possibilidades. Segundo a Ministra (MAPA), Tereza Cristina, ação potencializará a participação destes locais no mercado internacional. “Mais de 40 milhões de cabeças estarão prontas para exportação para mercados mais exigentes. O Brasil já é livre de aftosa com vacinação, mas esse bloco será livre sem vacinação. E isso deve melhorar o valor dos produtos desses locais para exportar para mercados como Japão, Coreia do Sul, que são mais exigentes e que não aceitam a carne bovina vacinada”, afirmou.

Ação. O processo de transição de zonas livres de febre aftosa com vacinação para livre sem vacinação está previsto no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).

A norma entrará em vigor no dia 1º de setembro. Para mais informações, acesse o site oficial do Ministério.

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