jun 10 2020

Abates de bovinos caíram no país no 1º trimestre, mas os de suínos e frangos aumentaram


Os abates de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária somaram 7,25 milhões de cabeças no primeiro trimestre deste ano, 8,5% menos que no mesmo período do ano passado, segundo dados definitivos divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que em maio já havia divulgado os resultados preliminares do período.

Segundo o IBGE, houve reduções em 20 das 27 unidades da federação do país. As maiores baixas foram em Goiás (157,68 mil cabeças a menos na comparação), Mato Grosso (120,70 mil) e Mato Grosso do Sul (90,56 mil).

Já os curtumes pesquisados pelo instituto declararam ter recebido 7,52 milhões de peças de couro de janeiro a março, uma queda de 11,3% ante o primeiro trimestre de 2019.

O levantamento do IBGE também apontaram que a aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos sob algum tipo de inspeção sanitária chegou a 6,30 bilhões de litros, um novo recorde para um primeiro trimestre na série histórica iniciada em 1997, com aumento de 1,8% na comparação anual.

O abate de suínos, por sua vez, atingiu 11,88 milhões de cabeças de janeiro a março, em alta de 5,2%, com destaque para os avanços de Santa Catarina (352,09 mil cabeças a mais), Mato Grosso (91,95 mil) e Minas Gerais (79,66 mil).

No caso dos abates de frangos, o total atingiu 1,51 bilhão de cabeças, também um novo recorde na série histórica. Esse resultado ficou 5% acima do mesmo período de 2019, e o incremento foi puxado por Paraná (38,31 milhões de cabeças a mais) e Rio Grande do Sul (10,02 milhões).

A produção ovos de galinha, finalmente, foi de 965,11 milhões de dúzias, outro recorde para um primeiro trimestre. Ante igual intervalo de 2019, houve incremento de 3,9%.

Portal DBO